quarta-feira, 25 de março de 2015

Acabou-se a mama

Boa tarde a todos menos a um.
Venho por este meio informar vossas excelências que acabou-se a mama. Traduzindo, arranjei alguma coisa para fazer. Vamos ver é se dá pa ir até ao fim. Torcemos pra que sim. Também se não for tou fodido.
Ai estou estou. E então? Tá tudo? Comigo tá tudo bem sim senhor. Quer dizer, aliás, bem bem não está, que hoje fiquei um bocado fodido lá no que ando a fazer.
Situações. Insiste, persiste e não desiste. Não se pode facilitar.
Isto de ter que levantar às 8 da manhã é duro comó caralho, malta. Foda-se.
Já não fazia isto prai há uns quinze anos. Já nem me lembro do que tomava ao pequeno-almoço nessa altura.
Estava tão bem a dormir até às 13h30 e a almoçar às 13h45. Dava tanto tempo. Ainda sobrava pa ver "Os Nossos Dias" e espreitar a Sofia Arruda. Mas depois descobri que ela namora e deixei-me disso.
Agora há que ter obrigações e freimas, como diz o outro. Quase que era freiras. Um colégio cheio delas logo. Mas sem padres. Antes que haja camas a chiar toda a noite. E não é porque são velhas.
Alguém tem um isqueiro que me empreste? O meu acabou de falhar, puta que o pariu. Nunca escolhe uma horinha mais movimentada pa me foder.
Enfim, bola pó mato que o jogo é de campeonato. É um dia de cada vez. O resto vem por acréscimo. E espero que seja muito. Sé que me entendem.
Um abreijo para todos vós meu povo.

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