Olá jovens. E cotas. E de meia-idade. Olá pra todos.
Como é que estamos hoje? Bem ou mal somos todos de Portugal. Ou quase todos. Que às vezes recebo aí umas visualizações de americanos. Qui caralho.
O domingo foi bom? O meu foi-se. Ou tá quase a ir. E amanhã tenho que levantar cedo. Puta que pariu. A semana é que devia durar dois dias e o fim-de-semana cinco.
Hoje vou falar sobre aquela história do: era uma vez. Maior parte das histórias que se inventam pa contar à canalha começa assim. Mas porquê? Não tem piada nenhuma.
Senão vejamos: um gajo diz era uma vez e os putos tão logo a dizer "conta outra". Tende calma que a história é diferente. O era uma vez é que é sempre repetido.
Só por esta minha versão já se devia mudar o início das histórias. Pode-se começar por tanta merda... Agora é que não me lembro de nada de especial. Senão vocês viam.
Era uma vez que fui à tropa. Era uma vez que contei uma história muita engraçade como diz o Jesus. O Jorge. Pode ser que ele já tenha contado uma merda do género de "era uma vez quando eu treinave o Amoras, que a gentes empatou 4-4 no Montije".
Era uma vez tava eu com um blogue sob forma de pseudónimo a contar cenas maradas. Alto lá. Essa vez é esta vez!
E é assim. Como é domingo vou-me pôr a andar que já tou em frente ao pc há umas horitas. Tive a trabalhar seus marmanjos. Agora vou passar tempo pó café que à meia-noite é hora de fazer naninha. Era uma vez que me deitava às 5 da manhã. E essa vez durou prai uns 3 anos seguidos.
Nunca mais acabava. Mas agora já acabou. E tenho saudades disso. Ainda só passaram três semanas. Era uma vez decidi inventar e fui inscrever-me num curso de formação. Nossa senhora.
Ok amigos, espero que da próxima vez que tenham histórias pa contar não comecem por era uma vez. É que essa merda já tá mais batida que o Shark Tank. E não é fácil.
Até à próxima!
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