Boa tarde malandragem da Zona Norte, Centro e Sul de Portugal. E das ilhas.
Hoje foi uma manhã complicada, e uma tarde tranquila. E relaxante. Armei a tenda prai logo às 9h15 da manhã. Já sabem que sou tolo.
Até acordei mais ou menos porreiro. Mas com a minha mãe a fazer barulho esqueçam isso. Fiquei logo fodido. E depois às 9h15 tive que mandar uma gaja à puta que a pariu.
É duro. Às vezes calado sou uma casa-cheia. Mas tenho que ter sempre alguma coisa para dizer. Principalmente depois de essa mesma gaja me ter chamado uma merda chunga no outro dia. Isto pra mim é como na guerra. Há que haver sempre retaliação.
Se baixares a guarda levas um balázio. Se tiveres atento matas. Ou matas ou morres. Tá bem que às vezes apetece-me desaparecer, mas prefiro matar a ser morto.
E basicamente é isto. Não procuro conflitos nem confusões. Mas se eles aparecerem não viro a cara ao lado. Existem ameaças que são engraçadinhas. Outras nem por isso.
Depois à tarde aquela merda melhorou. Deu pra baldar a 20 minutos de aula pa falar com a coordenadora. Boa gente. Tipo eu.
O outro diz que às vezes devemos enterrar os machados de guerra. Não concordo. A mim apetecia-me ir buscar umas granadas pra pôr nas mochilas de alguns abutres. Tipo amêndoas da Páscoa. Mas sou um gajo sério.
Depois vou pra Custóias. Mas lá sempre há mais tempo de intervalo. Nunca esquecer isso. E há ginásio. E campo da bola. Dá pa jogar ao "Bola na Barra".
E fazer um Cerco vs. Cova da Moura. Eu jogo pelo Cerco.
Enfim, quem vai à guerra dá e leva. Neste caso eu fui insultado e quando pude respondi logo a matar. Lá está. Ou matas ou morres.
A vida é uma guerra. Há que ter sempre a arma carregada.
Adeus e até logo.
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