sábado, 11 de abril de 2015

Muro di Berlini

Bom dia alegria!
O pequeno-almoço foi bom? O almoço vai ser melhor. Sempre dá pa comer mais um bocado. Excepto se tiveres de dieta. Aí é fodido.
Hoje vou-vos contar uma história que me aconteceu em Fátima. Em pleno Santuário e fora de brincadeiras. Estão a ver onde está a pedra do Muro de Berlim lá em Fátima? Imagino que estejam.
Estava eu sentadinho no muro que fica lá perto, e a mandar cenário com uma t-shirt de Itália, até que aparece lá um sujeito a falar italiano pra mim e com a máquina fotográfica ao pescoço.
Perguntou-me prai umas 3 vezes se eu era italiano. Que perguntou, quase afirmou. E eu só abanava o dedo a dizer que não. Ele lá acabou por entender.
Mas a gente entendeu-se fácil. Depois de perceber que eu era tudo menos italiano e tinha gamado aquela t-shirt a um adepto do Catania, só me disse assim: Muro di Berlini.
E eu apontei lá pa trás. Ele espreitou e não viu nada. Então eu levantei-me e fui-lhe dizer onde tava. E o gajo disse grazie. E eu achei-me um gajo top.
Só foi pena ele não me ter dado nenhuma recordação de Itália. Não precisava de ter a ver com o Muro di Berlini. Bastava ter a ver com qualquer coisa mesmo transalpina.
E pronto, era esta a história. Gostaram não gostaram? Aposto que sim.
Moral da história: nunca andem com camisolas a publicitar outros países. Tão sujeitos a ter problemas. Imaginem que andam com um casaco da Coreia da Norte. Se um norte-coreano vê dá cabo de vocês. E é à bomba. Nuclear ainda por cima. Que medo.
Cumprimentos aí pra vossa casa. Felicitações de aniversário se for o caso.
Fui.

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