quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Ó Jorge...

Mé kié pessoal? Daqui Keyser Söze, para vos contar mais uma bela história da sua vida.
A história de hoje passou-se há uns bons anos atrás, mais propriamente no ano letivo de 2008/2009, andava eu a tentar fazer o décimo ano pela primeira vez, no curso de Humanidades. Jazu. Que gajo de categoria que eu era nessa altura.
Então, é assim, como já aqui disse, a escola no meu segundo ano lá entrou em obras e perdeu a magia que tinha no ano que lá entrei. Nesse ano a distância do bar ao pavilhão era ampla, e tinha um muro à frente do campo de jogos, que dava pa um gajo abancar a ver as conas a passar.
Num dos muitos dias em que estávamos sentados nesse muro, vem o Jorginho, um mitra que devia andar no décimo e andava prai no oitavo, lançado e tal e não sei quê, quase à beira do bar, quando um gajo lá do outro lado, à porta do pavilhão, chamou por ele, aos berros... três vezes.
Primeira vez: "ó Jorge!", e o Jorge olha pa trás e diz: "ou?!". E o gajo bla bla bla e o Jorge nada, virou as costas e continuou.
Segunda vez: "ó Jorge!", e o Jorge olha pa trás e diz: "quié?!". E o chavalo diz-lhe qualquer merda e o Jorge responde "tá bem!" e dá mais dois passos.
Terceira vez: "ó Jorge!" e o Jorge, fodido da vida, olha pa trás e manda um berro "quié caralho?!".
É assim, eu comecei-me a rir. E a minha malta também. Porque aquela merda teve piada. O gajo fodeu-lhe tanto a cabeça que o Jorge fritou a pipoca de vez. Normal, não é?
Este é um dos belos momentos que recordo na minha passagem por aquela escola. Ganda Jorge. Quis o destino que mais tarde tivesse vindo jogar aqui para o clube da minha cidade, o segundo melhor clube do Mundo.
Desculpem lá esta interrupção nas vossas férias. Espero que o Sol esteja a queimar-vos, ok?
Poucos abraços e muitos beijos. Nas gajas.

Sem comentários:

Enviar um comentário