Bem-vindos de volta, keysersozianos. O dia está a ser bacano? Se não está, relaxem que é sexta-feira.
Hoje dou continuidade ao Terras de Portugal. Vem aí uma espetacular segunda edição. Estejam atentos.
Depois de Castelo de Vide a abrir, decidi descer ainda mais no mapa deste nosso belo cantinho à beira-mar plantado, e parei no Algarve - não dava para parar em mais lado nenhum porque foi descer até não poder mais.
Escolhi falar de Olhão. Toda a gente conhece e já ouviu falar de Olhão. Quanto mais não seja por ser no Algarve. E tudo o que é no Algarve, o tuga conhece. Mas só quem tem pasta é que lá vai deitar o olhão. Se é que me entendem.
Por acaso também nunca lá fui. Ou seja, faço parte do grupo dos tesos. Aqueles que vêm o Algarve através da televisão, das fotos do Google ou das fotos dos amigos no facebook.
O que eu conheço de Olhão, lá está, tem a ver com futebol: Olhanense. De preto e vermelho a lutar pela sobrevivência na Segunda Liga. É o máximo que eu conheço de Olhão. Se algum olhanense ler isto e me quiser dar o prazer de visitar a sua terra, é só convidarem que eu vou com todo o gosto e mais algum que consiga arranjar aqui pelas ruas desta bela cidade em que resido.
Também há uma expressão muita boa envolvendo Olhão. Do género: um gajo que tope alguma coisa que o resto não está a conseguir topar, nós dizemos logo: és de Olhão. Perceberam? Espero que cheguem lá. Caso contrário, escrevam nos comentários que eu explico-vos de boa vontade.
Acho que já chega de vos dar a conhecer Olhão. O conselho que vos deixo é o de lá irem, porque deve valer muito a pena. Não se esqueçam é de me levarem. Mesmo que vocês sejam de Carcavelos e eu de Amarante ou vice-versa. A gente combina, encontra-se e vai a Olhão apanhar um solzinho bom.
Viva Olhão!
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