terça-feira, 29 de novembro de 2016

Chapecoense

Boas meus amigos e seguidores.
Hoje é um dia triste pela tragédia que vitimou tanta gente na Colômbia. Nem é pelo facto de ser uma equipa de futebol. É pela história que aquele grupo de meninos e homens vinha fazendo.
Seria, com certeza, o momento mais alto da história da Chapecoense. Não mereciam este desfecho. Nem eles, nem ninguém, como é lógico.
Quando li a primeira notícia as oito e pouco depois de acordar, fiquei sem reação. É simplesmente uma sensação horrível. Sabermos que um avião se despenha com tanta a gente a bordo e, supostamente, ainda por cima devido a falha humana. Não pode acontecer! Não pode...
É nestas alturas que a maioria das pessoas devia parar para pensar e refletir que, se calhar, não vale a pena andarem com tantas merdinhas, sempre a quererem ser superiores, e a terem atitudes altamente reprováveis. De repente, tudo se acaba...
A Chape ia disputar uma final de uma competição sul-americana. Aquele que ia ser o seu adversário, o Atlético Nacional, já terá dito que quer que a CONMEBOL entregue a taça à Chape. Quando li isso, vieram-me as lágrimas aos olhos. Grande gesto... No meio de uma tragédia destas, é muito bom vermos que ainda existem pessoas sensíveis que não pensam apenas nelas e nos seus possíveis benefícios.
Serão 71 pessoas mortas e apenas seis sobreviventes: dois funcionários do avião, um jornalista e três jogadores da Chape. Na Chape joga Marcelo Boeck, ex-Sporting, e quando soube disso - admito que não fazia ideia -, pensei logo nele e na maneira como vivia os jogos do Sporting, mesmo estando sentado no banco de suplentes. Felizmente, não foi convocado por opção e não viajou.
Enfim, amigos. Hoje, da minha parte, não é dia para tangas e brincadeiras.
Fiquem bem e vivam um dia de cada vez.

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