sábado, 7 de julho de 2018

Odeio escuteiros

É pá malta, como é que andamos?
Hoje não vou escrever um daqueles textos magnifícos a que vos habituei ao longo destes anos. Não. Desta vez, vou partilhar convosco um espetacular texto de uma página que nem sequer está ativa, porque o Sapo foi ao ar. Rais parta os sapos como dizia o outro.
Este texto fala sobre escuteiros. O gajo diz que os escuteiros deviam morrer. Não sou tão agreste. Mas odeio escuteiros. Não odeio nada. O texto é que tá bacano. Foi da autoria da "paginadojoao.no.sapo.pt".
Siga daí ler que vale a pena. O primeiro a rir perde. PS: vão perder todos...

"Odeio escuteiros. Desde as putas das fardas que parecem copiadas da mocidade portuguesa, à rígida hierarquia pseudo-militar, passando pelas praticas neofascistas tipo ir prometer lealdade à igreja de braço espetado no ar à nazi, e acabando nas tretas moralistas tipo nunca mentir e ajudar as velhas a atravessar a rua com que hipocritamente tanto nos fodem a paciência, odeio tudo. Hoje fui ao supermercado buscar qualquer coisa para jantar. Chego lá, estava tudo cheio de escuteiros, com fardas e lenços e mau cheiro e merdas. Putos com a cara pintada, adolescentes burbulhosos a babarem-se a olhar para as pernas peludas das pitas e um casalinho de semiadultos que eram suposto estar a controlar aquela macacada toda. Todos os escuteiros pareciam muito determinados a fazer a real chavasqueira e a foder a paciência a toda a gente que tinha ido lá só para comprar merdas e ir embora o mais depressa possível, enquanto o casalinho fingia que não era nada com eles. Continuando, eu que já ia com um mau humor desgraçado, fiquei com uma cara de fazer chorar bebés fodida a ver aquela comédia. Ainda pensei em cagar no assunto e ir comprar qualquer merda a outro lado, ou ir comer fora, ou passar fome que também é bom. Mas decidi ignorar a putalhada, fazer as minhas cenas rápido e bazar. Vou a ir virado ao talho pela secção dos legumes quando passam dois mancebos a correr, a tentar apalpar uma pita sebosa que ia a fingir que fugia com gritinhos agudos. Um dos putos calcou-me. Fiquei fodido. Agarrei o puto pelos ombros e mandei-o com os cornos contra os caixotes da fruta. Foi um estardalhaço brutal, só merdas pelo ar, e puto todo torcido no chão cheio de alfaces e com a farda toda cagada dos diospiros. Vira-se logo o outro puto para mim e grita "mas que merda é..." nem o deixei terminar a frase, puxei o pé atrás e enfiei-lhe um pontapé à boca do estômago que o deixei ajoelhado de cu para o ar a vomitar o lanche. Estava para poupar a pita, mas ela pôs-se a guinchar como um leitão com fome. Para a calar arriei-lhe um chapadão que a mandei contra a parede. Detesto pitas. Pensava eu que já tinha acabado o trabalho sujo e me podia ir embora, quando vejo o escuteiro mais velho a vir a correr virado a mim com cara de quem me queria comer vivo. Deixei que ele apanhasse balanço, e no ultimo momento antes do impacto, saltei para o lado e ZÁS! Enfie-lhe um hurricane kick na nuca que o deixei tetraplégico. Sou mesmo bom. Entretanto, as gajas das caixas estavam a fazer o que as gajas fazem melhor: meter o nariz na vida dos outros. Todas a olhar para mim e a cochichar umas com as outras. Decidi que era melhor cagar nas compras e bazar. Chego à rua e estava a namorada do escoteiro fudido a fazer uma peixeirada estúpida na rua, a tentar incitar a populaça a linchar-me ou qualquer coisa assim. Para servir de aviso aos outros, agarrei-a, torci-lhe o braço, e enfie-lhe uma joelhada nos tetos. Mas mesmo com as mamas desasadas a vaca não parava a guinchadeira. Para gajas que não se calam, tenho sempre um bom remédio: puxei uma cabeçada que a virou de pernas pró ar. Eu domino mesmo muito. Depois de tal demonstração de virilidade, ninguém mais se atreveu a levantar obstáculos ao meu regresso a casa. Cheguei lá e os paneleiros dos meus colegas tinham comido o pão todo. Jantei dois copos de agua que me fodi. E a culpa foi toda dos escuteiros. Odeio escuteiros. Os escuteiros deviam todos morrer."

E era isto. Portem-se.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Perfumes caros...

Malta da pesada, como é que estamos?
Hoje trago-vos uma história daquelas top, passada num centro de formação aqui da minha zona. A zona mais bonita de Portugal: o Alandroal.
Ponto prévio: Vítor Coimbra. Uma figuraça. Das maiores figuras aqui da minha terra. O gajo que entra no Intermarchè, pega num plasma e sai com ele pela porta principal como se nada fosse. E depois vão atrás dele dizer-lhe que aquilo não é pra levar sem pagar. O gajo que provoca inundações em casa e mete tudo a secar no meio da estrada: lençóis, almofadas, colchão... Enfim, adiante.
Como ele é assim meio pró passado, anda em cursos de formação só pra sacar algum ao estado. Faz ele muito bem. Então num dos trezentos e tal cursos que já fez - é mais formador que formando -, o bom do Coimbra armou a tenda com Mafú. Isso mesmo. Remédio pra matar moscas e outros insectos.
Consta, então, que, certo dia, o Coimbra saiu de casa e meteu Mafú a fazer de perfume nele próprio. Uma colega de curso, muito incomodada, disse à formadora:
- O cheiro do Mafú é muito forte e está a incomodar-me. Não consigo estar aqui dentro...
Ao que o nosso amigo Vítor Coimbra respondeu:
- Não sabes o que é bom... este perfume custou-me 75€ (euros)...
E pronto, é isto. Passou-se assim. Tem a sua piada, não tem? Admitam lá.
Portem-se bem. Ou não. Tchaumeni.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Limpar a casa

Então como estão?
Já se pode falar em fim-de-semana, não já? Pode pois. É o seguinte: vou falar, aliás, escrever, sobre limpar a casa. Isso mesmo. Que dona de casa que eu sou. Ó se sou.
Há quem limpe à sexta e há quem limpe ao sábado. Também há quem não limpe. Mas isso é outra questão que não se coloca agora. Também deve haver quem limpe ao domingo por não gostar de dormir. Digo eu assim pró ar.
Cá em casa limpa-se ao sábado. Limpa-se como quem diz. A minha mãe limpa. E eu olho. E fecho as portas da sala pa poder ver a bola descansado. Ou reclamo com ela por estar a fazer barulho. E ela reclama comigo que quer limpar a sala. Nem queiram saber das confusões que se passam aqui, volta e meia, aos sábados.
Acho que limpar ao sábado é o ideal. O sábado faz a ponte para o domingo, e o domingo é, por norma, aquele dia sagrado em que andámos todos bonitinhos, cheirosos, etc etc. Porque é domingo. Ponto.
Há mulheres que limpam à sexta. Se forem desempregadas ou domésticas, um gajo compreende. Se trabalham, chegam a casa, e vão limpar... boa sorte nisso! Ó pensem lá comigo: vêm cansadas e ainda vão trabalhar mais? Só se for pa ficarem o sábado a olhar pró teto. Da igreja, by the way. Quantas e quantas. "O que vais fazer sábado de tarde?" "isso lá é pergunta? óbvio que vou à missa". É mais ou menos isto.
Eu só não começo hoje a limpar a casa e a ajudar a minha mãe porque estou a caminho de França para ver o Nantes. Como estes aviões são modernos e agora deixam um gajo ir à net, aproveito e vou-vos escrevendo sobre este excelente tema.
Mas, vocês, que estão a limpar e pararam para ler isto, vamos lá. Força! Parar é morrer. Toca a limpar tudo direitinho. Não se esqueçam nem dos mais ínfimos cantos da casa. Limpar à sexta só vos faz bem. Ou limpar ao sábado. Ou limpar noutro dia qualquer. Desde que limpem, 'tá-se bem. Desde que não chateiem os homens para limpar, 'tá-se bem outra vez, ok? Ok.
Agora vou terminar o post que estou quase a desembarcar. Não se preocupem que mando um abraço às francesas que estão a limpar hoje também.
Au revoir!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Vidal Pinheiro

Olá meus queridos. E minhas queridas. Para elas, um olá a dobrar.
Então que tal está essa ressaca do Dia dos Namorados? A minha está impec. Acabei a noite a declarar-me à televisão e ao Damage. Aquele filme do Steve Austin. Enfim, que é que eu ia fazer? Pagar a uma brasileira para irmos dançar uns slow's? Só se fosse.
Hoje tivemos uma folga lá no curso. Vamos dar uns eletricistas do caralho. Sempre a ter folgas. Mas a malta curte. Dá pá não fazer nada durante mais tempo. Volta e meia os formadores enganam-se e pedem-nos pa fazermos cenas.
Ora bem, eu de manhã tive na cama. Sozinho. Depois à tarde não tinha nada pa fazer e decidi ir tomar café aqui na capital do Mundo. Como fui com um amigo que está desempregado, e ele adora fazer quilómetros de carro, ala que aí vamos nós ao Porto.
Tá um gajo a chegar ao Dragão e eu lembro-me: Filipe, e que tal se fôssemos ver a bancada que sobrou do Vidal Pinheiro? E ele assim: o que é isso Vidal Pinheiro? E eu entro em ação e explico: é o antigo estádio do grande Salgueiros. Sempre tive a curiosidade de ir ver o que sobrou, vamos lá? E ele a dizer que nos íamos meter em caminhos escuros, apertados e que não conhecíamos, etc, mas lá o convenci e lá fomos.
É assim, ele não fazia a mínima ideia de onde era, e eu também não. Mas expliquei. Puto, aparece já ali uma tabuleta a dizer Paranhos. É virar aí e vamos lá ter direitinhos. E fomos. Chegámos a Paranhos, demos ali umas voltas e nada. O Filipe lembra-se que um gajo tem telemóvel e este tem GPS. Siga. Lá fui eu gastar dados móveis. Estávamos uma beca à frente dele. Toca a andar pa trás.
Até que, de repente, começamos a subir ligeiramente e eu berro dentro do carro: aaaalto! olha ali a bancada! Estacionámos e tal, e pumbas. Lá fomos nós ver a bancada. E depois demos a volta ao quarteirão a ver se dava pa entrar. Não dava. Mas dava pa tirar fotos. Tirei algumas. Umas seis. Assim de cabeça.
Enfim, pelo meio contei-lhe a história do Salgueiros, do estádio e do metro. E da trafulhice, os sonhos que ali se mataram, e um clube grande que não mataram: adormeceram durante alguns anos. Porque ele está aí de volta.
Eu sabia, desde há vários anos, que nessa bancada estava uma frase a dizer "MOD€RN FOOTBALL WAS HERE". E hoje pude vê-la com os meus próprios olhos. Mais uma bela de uma memória para o meu álbum da vida. Somos Salgueiros.
Até amanhã meus queridos e minhas queridas.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Dia dos namorados

Ora boa tarde meu povo. Ou boa noite. Ou bom dia também para alguns.
Hoje é dia! Dia de quê? De fazer tudo igual, como sempre. Com um pormenor: quem namora, tem que se esforçar mais um bocadinho para ter uns "miminhos" esta noite.
Penso que já perceberam o objetivo deste post: hoje é dia dos namorados. Ou seja, como disse em cima, hoje, meus meninos, têm que dar ao pedal para irem lá. Ainda por cima joga o Benfica... ui. Vai estar ruim para alguns. Ai vai vai.
Bom, hoje é aquele dia em que as redes sociais são invadidas por mensagens de muito amor e muito carinho. São elas e são eles. É quem mais publica cenas. É só amor hoje. E nos outros dias? Andam à porrada? Insultam-se via chat? Às tantas...
Já vi malta daquela porreira a meter declarações de amor aos seus clubes (de futebol, não de striptease), à almofada, à cama, ao carro, ao cão, a tudo e mais alguma coisa. Ainda não apanhei foi nenhum destemido que metesse todo o amor que sente pela sua namorada: a mão direita (ou a esquerda, conforme o jeito).
Voltando aos que namoram. Começo pelos gajos: vão levar a miúda a jantar fora, certo? Pagar muito pa comer pouco e mal, certo? Meterem um bom fato e uma boa camisinha - esta foi sem segundas intenções -, pa impressionarem a miúda, certo? Não se esqueçam é de reservar o motel. Ah, e de terem preservativos.
Meninas: tão à espera que o morcão que arranjaram pague tudo, certo? Vão levar aquele vosso vestido top e aquele salto alto pa parecerem que têm um bom cu, certo? Não se esqueçam da lingerie. Preta ou vermelha. De preferência. Se bem que eu prefiro azul.
Entretanto, eu, que não namoro, faço o quê? Declaro-me a uma das minhas mãos? Meto um post a criticar a malta que só mete fotos nos dias de hoje? Declaro-me ao FC Porto? Publico uma mensagem de amor pela minha cama e tudo o que está à volta dela? Ajudem-me...
Se namorasse, a rapariga também não ia ter muita sorte. Jantar fora em dia de bola? De Liga dos Campeões ainda por cima? Está bem está. Jantava em minha casa e já era muito bom. Depois das 21h30 logo se via o que se arranjava pa fazer. Tipo cinema, calma. Sou um gajo sério.
Antes de me ir embora, deixo só uma nota de rodapé: ainda pensei em declarar-me hoje, mas a rapariga quer ver o Benfica, que é que eu hei-de fazer? Ver o Barcelona, claro.
Vão lá à vossa vida. Que é como quem diz: vão lá dar a vossa trupadela. Ao sótão.
Hasta!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Mãos dadas

Então fellas? Ou lá como é que se escreve. Isto de copiar as manias dos ingleses e dos americanos não é lá grande ideia. Já desconfiava. Mas assumi o risco na mesma.
Ora bem, hoje venho aqui falar-vos dum tema interessante: mãos dadas. Querem saber porquê? Eu sei que não. Mas eu conto na mesma. É assim que eu me tenho sentido bem nos últimos dias, em alguns momentos, que só não são mais porque há sempre mirones atrás de nós. Siiiim, nós. Não sou assim maluquinho para dar a mão a mim próprio.
Antes de escrever alguma coisa, tive a brilhante ideia de ir à net ver o que se diz por aí acerca disto. Isto é, qual o significado que as pessoas acham que as mãos dadas têm. Encontrei cenas que não têm jeito nenhum, tipo dedos entrelaçados, dedos frouxos, etc. Pois sim. Adiante.
E encontrei um que ia de encontro ao que eu procurava. Vou copiar para aqui: "as mãos dadas simbolizam a união, o companheirismo, o cuidado, o respeito, a cumplicidade, a amizade, o amor, a confiança. Dessa forma, as mãos dadas representam uma forma amistosa de comunicação entre as pessoas, uma vez que quando colocamos nossas mãos nas de outrem, transferimos energia e transmitimos nossa força, entregando nessa maneira, a própria liberdade, num ato de confiança."
Oiçam. Aliás. Leiam. Não poderia estar mais de acordo com isto que li. Respeito, amizade, cumplicidade, união, companheirismo, confiança... Sinto tudo isso naqueles momentos que escrevi anteriormente. E, depois, volto a concordar: transmito a minha energia e a minha força. Entrego, dessa forma, a minha liberdade porque, simplesmente, confio em quem dou a mão.
Dar as mãos, nestes últimos dias, têm-me feito sentir muito bem. É um momento cúmplice, é verdade, que requer cuidados com quem está a ver, porque há malta que não sabe, nem pode ver nada. E, de vez em quando, lá se desunem as mãos de repente. Raios partam aquela malta que olha quando não deve e se levanta no momento errado.
Espero que tenhas gostado. Ó, quero dizer, espero que tenham gostado.
Agora vou à minha vida que tenho o FM à minha espera. Fiquem bem. Se possível, de mãos dadas.
Bom fim-de-semana, meus fellas!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Twitter

Olááá. Então, estão bonzinhos? Cá por casa, tudo bem, obrigado.
Ainda bem que decidiram vir até aqui, ao meu blog de onde se fala tudo e não se fala nada, matar um bocado de tempo. Por falar em tempo, não está nada famoso. Em frente, camaradas.
Hoje resolvi falar daquela rede social que tem como símbolo um passarinho. Ou lá que é aquilo. Isso mesmo. Adivinharam: é o Instragram. Brincadeira. É o Twitter, claro está. Ainda por cima, não é um passarinho qualquer: é azul e branco. Tau, Leonor. Já estás a perder.
E resolvi falar disso, porquê? Ora bem, porque a minha colega de mesa, a Leonor que não é Poeiras, tem essa tanga e passa lá o tempo metida. Há dias já ia com oito mil e tal tweets. Enfim, coisas de gente que não tem nada pa fazer em casa. Sabem como é...
É assim, eu também tenho. Mas não passo lá o tempo metido. A última vez que lá fui, foi prai há uma semana. E chega. E fui lá sabem pra quê? Pa descobrir o Twitter da Leonor que pensa que eu tou a brincar quando digo que descubro tudo e mais alguma coisa. E só não vou pa detetive porque não gosto de andar muito tempo à procura de cenas.
Eu quase apostei com ela que encontrava aquela tanga. Ela não se acreditava e pronto, lá tive que ir eu perder cinco minutos ao Twitter pa encontrar o dela. Aliás, perdi dez minutos. Cinco pa encontrar e outros cinco pa atualizar o meu passarinho azul e branco. Salvo seja. E até hoje nunca mais lá fui.
Acontece que, ela além de ter ficado parva quando eu lhe mandei o seu próprio Twitter, cismou agora que não vai aceitar o pedido que eu tão gentilmente lhe fiz para ser seu seguidor. E eu, cheio de curiosidade, lá perguntei porquê, mas ela escusa-se a dar-me uma justificação. Tá no seu direito, certo? Errado! Nada mais errado!
Como eu lhe prometi vingança e sou gajo de cumprir as minhas promessas, pronto, eis que a minha vingança começou aqui: a expôr ao Mundo blogger a Leonor e a sua mania de ser intelectual e seleccionar os seus seguidores. Começo a achar que devo ser mais feio que o Herrera. Aquele burro com as orelhas grandes que gosta de mandar coisas pra canto sem necessidade. Não sei se tão a ver quem é.
E agora, se me dão licença, vou até ao Twitter ver o andamento. E não estou a brincar.
Saudações, camaradas!