É pá malta, como é que andamos?
Hoje não vou escrever um daqueles textos magnifícos a que vos habituei ao longo destes anos. Não. Desta vez, vou partilhar convosco um espetacular texto de uma página que nem sequer está ativa, porque o Sapo foi ao ar. Rais parta os sapos como dizia o outro.
Este texto fala sobre escuteiros. O gajo diz que os escuteiros deviam morrer. Não sou tão agreste. Mas odeio escuteiros. Não odeio nada. O texto é que tá bacano. Foi da autoria da "paginadojoao.no.sapo.pt".
Siga daí ler que vale a pena. O primeiro a rir perde. PS: vão perder todos...
"Odeio escuteiros. Desde as putas das fardas que parecem copiadas da mocidade portuguesa, à rígida hierarquia pseudo-militar, passando pelas praticas neofascistas tipo ir prometer lealdade à igreja de braço espetado no ar à nazi, e acabando nas tretas moralistas tipo nunca mentir e ajudar as velhas a atravessar a rua com que hipocritamente tanto nos fodem a paciência, odeio tudo. Hoje fui ao supermercado buscar qualquer coisa para jantar. Chego lá, estava tudo cheio de escuteiros, com fardas e lenços e mau cheiro e merdas. Putos com a cara pintada, adolescentes burbulhosos a babarem-se a olhar para as pernas peludas das pitas e um casalinho de semiadultos que eram suposto estar a controlar aquela macacada toda. Todos os escuteiros pareciam muito determinados a fazer a real chavasqueira e a foder a paciência a toda a gente que tinha ido lá só para comprar merdas e ir embora o mais depressa possível, enquanto o casalinho fingia que não era nada com eles. Continuando, eu que já ia com um mau humor desgraçado, fiquei com uma cara de fazer chorar bebés fodida a ver aquela comédia. Ainda pensei em cagar no assunto e ir comprar qualquer merda a outro lado, ou ir comer fora, ou passar fome que também é bom. Mas decidi ignorar a putalhada, fazer as minhas cenas rápido e bazar. Vou a ir virado ao talho pela secção dos legumes quando passam dois mancebos a correr, a tentar apalpar uma pita sebosa que ia a fingir que fugia com gritinhos agudos. Um dos putos calcou-me. Fiquei fodido. Agarrei o puto pelos ombros e mandei-o com os cornos contra os caixotes da fruta. Foi um estardalhaço brutal, só merdas pelo ar, e puto todo torcido no chão cheio de alfaces e com a farda toda cagada dos diospiros. Vira-se logo o outro puto para mim e grita "mas que merda é..." nem o deixei terminar a frase, puxei o pé atrás e enfiei-lhe um pontapé à boca do estômago que o deixei ajoelhado de cu para o ar a vomitar o lanche. Estava para poupar a pita, mas ela pôs-se a guinchar como um leitão com fome. Para a calar arriei-lhe um chapadão que a mandei contra a parede. Detesto pitas. Pensava eu que já tinha acabado o trabalho sujo e me podia ir embora, quando vejo o escuteiro mais velho a vir a correr virado a mim com cara de quem me queria comer vivo. Deixei que ele apanhasse balanço, e no ultimo momento antes do impacto, saltei para o lado e ZÁS! Enfie-lhe um hurricane kick na nuca que o deixei tetraplégico. Sou mesmo bom. Entretanto, as gajas das caixas estavam a fazer o que as gajas fazem melhor: meter o nariz na vida dos outros. Todas a olhar para mim e a cochichar umas com as outras. Decidi que era melhor cagar nas compras e bazar. Chego à rua e estava a namorada do escoteiro fudido a fazer uma peixeirada estúpida na rua, a tentar incitar a populaça a linchar-me ou qualquer coisa assim. Para servir de aviso aos outros, agarrei-a, torci-lhe o braço, e enfie-lhe uma joelhada nos tetos. Mas mesmo com as mamas desasadas a vaca não parava a guinchadeira. Para gajas que não se calam, tenho sempre um bom remédio: puxei uma cabeçada que a virou de pernas pró ar. Eu domino mesmo muito. Depois de tal demonstração de virilidade, ninguém mais se atreveu a levantar obstáculos ao meu regresso a casa. Cheguei lá e os paneleiros dos meus colegas tinham comido o pão todo. Jantei dois copos de agua que me fodi. E a culpa foi toda dos escuteiros. Odeio escuteiros. Os escuteiros deviam todos morrer."
E era isto. Portem-se.
sábado, 7 de julho de 2018
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Perfumes caros...
Malta da pesada, como é que estamos?
Hoje trago-vos uma história daquelas top, passada num centro de formação aqui da minha zona. A zona mais bonita de Portugal: o Alandroal.
Ponto prévio: Vítor Coimbra. Uma figuraça. Das maiores figuras aqui da minha terra. O gajo que entra no Intermarchè, pega num plasma e sai com ele pela porta principal como se nada fosse. E depois vão atrás dele dizer-lhe que aquilo não é pra levar sem pagar. O gajo que provoca inundações em casa e mete tudo a secar no meio da estrada: lençóis, almofadas, colchão... Enfim, adiante.
Como ele é assim meio pró passado, anda em cursos de formação só pra sacar algum ao estado. Faz ele muito bem. Então num dos trezentos e tal cursos que já fez - é mais formador que formando -, o bom do Coimbra armou a tenda com Mafú. Isso mesmo. Remédio pra matar moscas e outros insectos.
Consta, então, que, certo dia, o Coimbra saiu de casa e meteu Mafú a fazer de perfume nele próprio. Uma colega de curso, muito incomodada, disse à formadora:
- O cheiro do Mafú é muito forte e está a incomodar-me. Não consigo estar aqui dentro...
Ao que o nosso amigo Vítor Coimbra respondeu:
- Não sabes o que é bom... este perfume custou-me 75€ (euros)...
E pronto, é isto. Passou-se assim. Tem a sua piada, não tem? Admitam lá.
Portem-se bem. Ou não. Tchaumeni.
Hoje trago-vos uma história daquelas top, passada num centro de formação aqui da minha zona. A zona mais bonita de Portugal: o Alandroal.
Ponto prévio: Vítor Coimbra. Uma figuraça. Das maiores figuras aqui da minha terra. O gajo que entra no Intermarchè, pega num plasma e sai com ele pela porta principal como se nada fosse. E depois vão atrás dele dizer-lhe que aquilo não é pra levar sem pagar. O gajo que provoca inundações em casa e mete tudo a secar no meio da estrada: lençóis, almofadas, colchão... Enfim, adiante.
Como ele é assim meio pró passado, anda em cursos de formação só pra sacar algum ao estado. Faz ele muito bem. Então num dos trezentos e tal cursos que já fez - é mais formador que formando -, o bom do Coimbra armou a tenda com Mafú. Isso mesmo. Remédio pra matar moscas e outros insectos.
Consta, então, que, certo dia, o Coimbra saiu de casa e meteu Mafú a fazer de perfume nele próprio. Uma colega de curso, muito incomodada, disse à formadora:
- O cheiro do Mafú é muito forte e está a incomodar-me. Não consigo estar aqui dentro...
Ao que o nosso amigo Vítor Coimbra respondeu:
- Não sabes o que é bom... este perfume custou-me 75€ (euros)...
E pronto, é isto. Passou-se assim. Tem a sua piada, não tem? Admitam lá.
Portem-se bem. Ou não. Tchaumeni.
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